O estudante que se diferencia é o estudante que pesquisa. A pesquisa é uma bela forma de educar, de formar.
Este blog foi criado em 2006 para compartilhar reflexões sobre Literatura, Novas Tecnologias e Educação. Desde 2010, tenho este Blog como um portfólio digital onde constam reflexões e pesquisas sobre o pré-projeto de Doutorado. Em 2012, ingressei no Doutorado em Informática na Educação (UFRGS) e desde então, esse espaço tem sido utilizado para divulgação da pesquisa da tese e sobre reflexões relacionadas a inovações na educação com o uso das tecnologias.
terça-feira, janeiro 31, 2012
Educação - Palestra - Prof Pedro Demo !
O Prof Pedro Demo enfatiza que é muito importante que o professor elabore a sua própria teoria educacional, que não siga apenas um teórico, que tenha como base teórica Piaget, Vygotsky, Maturana, etc ...
O professor precisa produzir os seus próprios materiais didáticos, pois atualmente, na sociedade do conhecimento, precisamos produzir conhecimento cada vez mais e copiar, cada vez menos.
Os estudantes precisam ter uma produção própria a cada aula ... e o professor será um organizador das produções dos seus estudantes ...
Particularmente, concordo plenamente com o prof Pedro Demo, não precisamos mais de aula ... precisamos de um espaço para a aprendizagem ...
E para aprender, os estudantes precisam "estudar" ... mas afinal o que é "estudar" ?
"Estudar" é produzir a sua própria proposta a partir da leitura de outros autores ...
E aí chegamos num ponto crucial: "para estudar precisamos ler e será que o que estamos lendo o suficiente para contribuir com os nossos estudos ? com o nosso desenvolvimento e aprendizagem ? "
Apenas para pensar !
Cristiane Koehler.
segunda-feira, janeiro 30, 2012
30/01/2012 - Retorno das merecidas Férias em Torres-RS !

Retornamos das merecidas Férias em Torres-RS. Pais e crianças descansados, felizes, prontos para retornar às atividades diárias de estudos e trabalho. E, como será um ano bom ! O ano de 2012 chegou com muitas novidades boas, sonhos se realizando, crianças bem de saúde.
O que mais precisamos para levar a vida e sermos felizes ?
Que venha 2012 !!!
Cristiane Koehler.
sexta-feira, janeiro 27, 2012
23/01/2012 - Classificação Aprovados Doutorado PGIE/UFRGS

Escrevo aqui para contar que fui aprovada para ingressar no Doutorado em Informática na Educação, no PGIE/UFRGS, turma ano 2012.
A proposta de tese aprovada trata do tema AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA e estarei estudando sob a orientação da Profa Dra Marie Jane Soares Carvalho.
Tenho comentado com as pessoas mais próximas, que a alegria de ter sido aprovada no Doutorado foi semelhante à alegria que senti quando nasceram os meus 2 filhos: Giordano e Leonardo ... Acredito que a tese será o meu 3o filho ... :)
Nesse momento, como diria um ditado popular: "Separaram os homens dos meninos" ... e de agora em diante, o único concorrente nessa caminhada do Doutorado, serei Eu mesma com meus defeitos e qualidades ... será difícil competir comigo mesma ... mas vejo que Eu mesma serei a única concorrente para alcançar o tão sonhado título de Doutor.
Até domingo dia 29/1/2012 estarei de férias com a família ... E a partir de 2a feira dia 30/1/2012 inicio uma nova etapa .. a etapa mais esperada nos últimos anos ... o início do tão sonhado Doutorado na UFRGS :)
Estou tão feliz que a felicidade não cabe dentro do meu peito ...
Sigo agora, o meu caminho, um novo caminho, com a certeza de que não deixo nada de lado e sim, levo comigo, tudo e todas as pessoas queridas que me acompanharam até agora ... com a certeza de que fiz muitos amigos, mas muitos amigos mesmo que me acompanharão por mais esta caminhada .... :) Em especial as Professoras Lucimar Fossatti de Carvalho (minha professora da Graduação na UPF), Sílvia Modesto Nassar (minha orientadora do Mestrado na UFSC), Eliane Schlemmer (minha professora e amiga na UNISINOS) ... aos Professores que estudei como aluna especial na UFRGS, Prof Marie Jane Soares Carvalho, Prof Sérgio Franco, Profa Léa da Cruz Fagundes e o seu grupo de pesquisa no LEC/UFRGS ... as colegas Fabrícia Damando Santos, Cristina Pescador, Aline Bona, Maira Bernardi, Amanda Maciel Quadros, Maria Letícia Leite, Patrícia Schaeffer ... entre tantos outros colegas que fizeram parte da minha vida até agora e de uma forma ou de outra, me ajudaram a chegar até aqui.
O meu O B R I G A D A a todos Vocês por fazerem parte da minha vida como amigos muito queridos!!!
Que o ano de 2012 seja o início de mais uma etapa de muitas conquistas e novas amizades ...
Que assim seja !
Cristiane Koehler
Doutoranda em Informática na Educação - PGIE/UFRGS - 2012.
Mobile learning e o futuro da educação na tela do celular !

Em cinco escolas de Ensino Médio na Carolina do Norte, Estados Unidos, os estudantes com dificuldades em aprender matemática estão testando o projeto K-Nect, um projeto da empresa de tecnologia Qualcomm, que consiste em aulas de reforço, onde os alunos usam um smartphone em vez de um caderno.
Os alunos recebem os problemas de álgebra no telefone, enviam as respostas para um blog comunitário e discutem os resultados com os colegas e professores. Mas as atividades não param por aí, a intenção é promover o trabalho em equipe e tirar proveito de ferramentas de áudio e vídeo, assim eles podem resolver os problemas em grupo e gravarem suas explicações para que os outros alunos possam vê-los no blog, mudança de papéis de quem ensina e de quem ouve.
Muitas das atividades que ocorrem neste tipo de projeto são feitos com ferramentas existentes, tais como computadores conectados à Internet ou utilizando o próprio aparelho celular dos estudantes, e provavelmente todos os aparelhos já tem uma câmera que permite filmagens.
Segundo Marie Bjerede, vice-presidente de Educação da empresa Qualcomm, “a diferença é que as ferramentas multimídia estão integradas em um só aparelho, mais manejáveis e que permitem aos alunos ficarem conectados mesmo fora da sala de aula.”
No caso do K-Nect, é a empresa que dá os smartphones, embora um dos problemas que podem causar esta tendência é o aumento da brecha tecnológica entre as escolas com mais ou menos recursos.
O mobile learning está ganhando força entre os especialistas em educação, tanto dentro da sala de aula como em iniciativas de aprendizagem não formal, e também em projetos para a população de países subdesenvolvidos, principalmente no continente africano, onde é mais fácil obter uma aplicação móvel do que um computador.
Para saber sobre os projetos, clique aqui.
Como tornar seu estudo a distância mais eficiente !

Todos sabemos que estudar não é fácil, ainda mais na modalidade a distância. Nascemos e crescemos indo à aula, procurando nossas salas de aula, escolhendo uma mesa com cadeira para sentar e olhar o professor a falar, falar, falar ... Foi assim que crescemos, estudamos ...
Agora temos a modalidade de ensino a distância onde o estudante faz uso das tecnologias para estudar. Muitas pessoas pensam que estudar a distância é mais fácil e que terão menos compromisso. Mas na prática, isso não é verdade.
Observe algumas dicas para tornar o seu estudo a distância mais eficiente.
A modalidade a distância exige muito mais do que um computador, exige que o estudante tenha um alto nível de autonomia, organização e comprometimento com o seu aprendizado.
Se ao invés do tradicional ensino presencial você optar por um curso a distância, saiba que não basta apenas substituir às salas de aulas por um computador. Embora a modalidade não estipule grande horária fixa e permita a realização de atividades simultâneas, é preciso saber priorizar os estudos, planejar a rotina acadêmica e recorrer aos recursos tecnológicos. Confira oito dicas da Universidade Aberta de Madri (UDIMA) que vão auxiliá-lo a tirar proveito dessa metodologia e tornar o seu processo de aprendizagem mais proveitoso. Veja mais aqui.
Redes sociais, as novas parceiras de estudo !
Escolas usam Facebook e até criam sites próprios para conectar alunos e professores.
Twitter e Facebook costumam ser considerados inimigos dos estudos por muita gente. Mas algumas escolas já estão se rendendo às redes sociais e as usando como aliadas na preparação dos estudantes e na comunicação entre alunos e professores.
Matéria publicada em Canal do Ensino.
Aqui outra matéria.
Já não é de hoje que crianças e adolescentes organizam meios de se comunicarem e agora com as facilidades proporcionadas pelos celulares, iPod, iPad, que proporcionam acesso à internet via 3G ou WI-FI, qualquer pessoa está on-line e as redes sociais são o assunto do momento: Facebook e Twitter passam a integrar o dia-a-dia da maioria das pessoas com acesso à internet.
Seja bom ou ruim, tudo tem seus prós e contras, acredito que as redes sociais vieram para ficar e, nós professores, precisamos usar destas tecnologias ao nosso favor em sala de aula.
Acredito também, que a interação entre as pessoas, proporcionada pelas redes sociais, possa contribuir e muito na aprendizagem dos nossos estudantes.
Olhem só esse vídeo:
Agora, só me resta utilizar destas ferramentas em sala de aula, nesse ano de 2012 :)
Depois conto o resultado :)
Cristiane Koehler.
Twitter e Facebook costumam ser considerados inimigos dos estudos por muita gente. Mas algumas escolas já estão se rendendo às redes sociais e as usando como aliadas na preparação dos estudantes e na comunicação entre alunos e professores.
Matéria publicada em Canal do Ensino.
Aqui outra matéria.
Já não é de hoje que crianças e adolescentes organizam meios de se comunicarem e agora com as facilidades proporcionadas pelos celulares, iPod, iPad, que proporcionam acesso à internet via 3G ou WI-FI, qualquer pessoa está on-line e as redes sociais são o assunto do momento: Facebook e Twitter passam a integrar o dia-a-dia da maioria das pessoas com acesso à internet.
Seja bom ou ruim, tudo tem seus prós e contras, acredito que as redes sociais vieram para ficar e, nós professores, precisamos usar destas tecnologias ao nosso favor em sala de aula.
Acredito também, que a interação entre as pessoas, proporcionada pelas redes sociais, possa contribuir e muito na aprendizagem dos nossos estudantes.
Olhem só esse vídeo:
Agora, só me resta utilizar destas ferramentas em sala de aula, nesse ano de 2012 :)
Depois conto o resultado :)
Cristiane Koehler.
EducaParty 2012

A Campus Party – um dos maiores eventos de tecnologia chega em sua 5ª edição no Brasil com uma grande novidade: o evento Educaparty.
O que é o Educaparty
O Educaparty, que teve sua primeira edição em Valência, na Espanha, é um movimento que visa aproximar a educação dos avanços das recentes inovações em tecnologias digitais. A Fundação Telefônica vai levar cerca de 250 educadores das mais variadas cidades brasileiras para vivenciar a intensa programação da Arena e da Área Expo e também participar de uma programação diferenciada, especialmente elaborada para esse público. Professores de sala de aula, gestores técnicos e especialistas na área de Educação e Tecnologia terão a oportunidade de juntos apreciar as atividades e compartilhar suas experiências e desafios durante o evento.
Mais informações aqui.
Infográfico: Como a Internet mudou a Educação?
A Internet, aprendizagem pessoal digital, mídias sociais e outras ferramentas da tecnologia estão mudando a face da educação. Hoje, os estudantes têm acesso a uma abundância de informação, conhecimento e recursos através da web. O Infográfico de hoje, “Como a internet mudou a Educação?” Veja aqui.
quarta-feira, janeiro 18, 2012
Novidades ...
segunda-feira, janeiro 16, 2012
e-Book: Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais ! Tarcízio Silva

O e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba de ser lançado.
Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba ser publicado na rede. O livro digital busca reunir reflexões de brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais, prática que surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas fazem das mídias sociais por todo o mundo.
O formato se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.
A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.
Organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, o livro digital também traz prefácios de Juliano Spyer e Ana Brambilla, idealizadores dos “Para Entender…” anteriores. O trabalho, disponibilizado com uma licença creative commons, circula pela internet e pode ser lido e baixado aqui.
A Hora da Geração Digital ! Don Tapscott

Para quem está estudando a nova geração digital ...
Don Tapscott é autor do best-seller “Wikinomics” e um dos maiores estudiosos da influência das novas tecnologias no mundo atual. O livro parte de uma pesquisa realizada com cerca de dez mil jovens americanos sobre seus hábitos e padrões de consumo e relacionamento para fazer um mapeamento sobre como a internet revolucionou as formas de se pensar, interagir, trabalhar e se relacionar, dando origem a uma geração multifuncional, em que os jovens falam ao telefone, trocam mensagens de texto, baixam músicas, fazem upload de vídeos, assistem a um filme em uma tela de duas polegadas e navegam pelo Orkut ou Twitter ― tudo ao mesmo tempo. “Se você entender a Geração Internet, entenderá o futuro”, afirma Tapscott. Leia capítulo.
sábado, janeiro 14, 2012
Educação em Tempos de Twitter ! Prof José Manuel Moram
Texto disponível no Blog.
Com todos os recursos móveis e em rede, muitas questões nos desafiam como educadores:
1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.
2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.
3. As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.
4. Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.
5. Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.
6. Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.
7 Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.
8. Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.
9. É imenso – e mal explorado - o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.
10. Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.
11. A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.
12. Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.
Com todos os recursos móveis e em rede, muitas questões nos desafiam como educadores:
1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.
2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.
3. As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.
4. Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.
5. Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.
6. Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.
7 Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.
8. Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.
9. É imenso – e mal explorado - o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.
10. Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.
11. A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.
12. Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.
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